Emater-PA festeja obras e serviços com Flores e Vida

 Emater festeja com Flores e Vida obras e serviços entregues pelo governador no entorno do Utinga Moradores do Pantanal, refletidos na ação de um grupo de mulheres chamado “Garça das Flores”, participantes do curso Flores e Vida, ao obterem técnicas de cultivo de plantas e flores, se tornaram mais que empreendedores pessoais e familiares. Transformaram-se em colaboradores comunitários dos ajardinamentos de espaços públicos no entorno do Parque do Utinga, e cuidadores de horta e viveiro, projetos realizados na comunidade pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pará). Tanto nos empreendimentos pessoais e familiares, quanto nos ajardinamentos públicos, e tratos de horta e viveiro, a Emater está, como há 52 anos, trabalhando junto com a comunidade. Esses, como vários outros benefícios, foram entregues hoje (3), pelo governador Simão Jatene,no entorno do Utinga. Na cerimônia de entrega dos serviços no entorno do Utinga, acompanhando o governador, estava presente o Presidente da Emater, Paulo Amazonas Pedroso, que disse estar bastante satisfeito com a participação da Emater “neste trabalho gratificante, onde pudemos constatar o avanço do governo nas ações integradas, e no fortalecimento das ações pelos resultados alcançados”.“É uma experiência exitosa, já inclusa no calendário de atividades dos escritórios locais da Emater, de Belém e de Ananindeua, além do próprio Regional”, declarou a engenheira agrônoma Josefa Nascimento, supervisora do Regional das Ilhas, que disse, “a partir de agora vamos fortalecer na comunidade as capacitações no âmbito do Projeto Cultivando Flores e Vida”. Participaram do evento os engenheiros agrônomos Valdeides Marques Lima e Marco Antônio Ribeiro, elaboradores do projeto da estufa, que contempla horta e viveiro; e o engenheiro agrônomo Antônio de Pádua Salvador Dergan, que junto com o também engenheiro agrônomo Lucival Solin de Carvalho Chaves, ministrou o curso de cultivo de flores.Os agrônomos envolvidos no projeto ressalvaram alguns aspectos positivos na produção de hortaliças na estufa comunitária: assistência técnica na unidade produtiva, trabalho de campo em zona urbana, perspectiva de segurança alimentar e de geração de renda, agregação do envolvimento comunitário, com práticas de acordo com os princípios da agricultura orgânica, “inclusive na produção de mudas”, frisa Valdeides Lima. A estufa mede 100m², e tem 4 canteiros suspensos, de cerca de 7 metros de cumprimento, por 1,20 de largura. “e com espaço para mais 4 canteiros”, destaca Marco Antônio . Ela tem piso de seixo, é coberta com filme plástico de 150 micas, cerca de tela de livre ventilação, e aros de ferro na sustentação. Características que visam facilitar o espaçamento e o trato das culturas.“Todo o arcabouço para materialização da ideia foi construído no curso”, ressaltou Solin. De lá pra cá a comunidade já plantou centenas de mudas de espécies de plantas floríferas e ornamentais, desde bastão de imperador, palmeiras, e enorme variedades de plantas menores, em canteiros, jardins, caramanchão, bosquinho, praças e pracinhas. Enquanto o grupo se prepara para abastecer um espaço próprio de comercialização, um quiosque que está sendo concluído na praça central a ser inaugurada no entorno do parque, já comercializa algumas plantas envasadas lá mesmo na estufa comunitária.E dentre as cuidadoras dos tratos culturais na estufa coletiva está Regiane Paixão, que segundo Solin, é uma “das baluartes”, desse trabalho. Ela disse: ”vocês nem podem imaginar o tamanho da minha satisfação com o trabalho desenvolvido pela Emater aqui conosco, principalmente em relação à concretização da horta comunitária”.

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